chovem facas afiadas
chovem facas afiadas dilaceram a pele a uma velocidade aterradora a pele abre-se em dois como um casulo não há borboletas nem coisas bonitas escorre a dor e a escuridão e ouve-se o bater do coração desvanecendo alguém pergunta o que se passa e com um sorriso nos lábios e com as facas nos bolsos se diz está tudo bem